“O levantar das suas mãos, o som do seu clamor tem sentido hoje. Depois que a trombeta tocar não vai precisar mais se santificar”

Publicado em: 1 agosto 2017 ás 17:09:21

Afirmou a jovem Diandra Brandt durante a pregação de abertura do 23º Congresso da UMADESC

 

Por Monique Suriano

A Catedral das Assembleias de Deus em Santa Cruz (CADESC) viveu dias de grande renovo espiritual durante o 23º Congresso da União de Mocidade das Assembleias de Deus em Santa Cruz (UMADESC), sob a direção do pastor presidente José Pedro Teixeira. Muitos jovens foram batizados com o Espírito Santo e cerca de 50 pessoas se reconciliaram com Cristo entre os dias 22 e 25 de julho. Canção e Louvor, Profético Soul, Peterson e Mag e Mayara Lopes marcaram presença na ministração dos louvores. A missionária Diandra Brandt e os pastores André Matias, Frank Mendonça e Gilmar Fiuza foram os pregadores da festividade com o tema “Jesus Vem”, baseado em Apocalipse 22.2. “Mais um ano de vitória. Até aqui nos ajudou o Senhor. Jesus Vem: estejam preparados para o arrebatamento da igreja!”, orientou a coordenadora da UMADESC, missionária Eliana Ramos, na primeira noite da festividade.

A cerimônia de abertura do Congresso contou com encenações e louvores sobre a volta de Jesus e com a exibição de um vídeo interativo que animou os jovens. A pregadora da noite foi a jovem Diandra Brandt, de Curitiba. Ela leu no tema e falou sobre resistência. “O livro de Apocalipse de fato fala do futuro, de algo que virá, mas também fala da resistência no aqui e no agora. O livro também ensina a comunidade da Ásia menor, que estava sendo perseguida pelo Império Romano, a resistir. O livro de Apocalipse vai mostrar essa resistência e vai convocar um exército dizendo: ‘Sejam agentes apocalípticos; anunciem quem virá, anunciem o que irá acontecer. Não esperem, mas resistam’. Ainda que haja um futuro, aprendam a resistir agora.  Ensinem ao povo que dá para resistir mesmo mediante a opressão do mundo, que dá para esperar, que dá para se santificar, que dá para ser feliz mesmo diante da insistência de uma sociedade que já perdeu completamente os seus valores”, disse.

Ela também deixou seu ponto de vista a respeito do que o livro de Apocalipse representa para as pessoas. “Quando nós falamos do livro de Apocalipse, nós percebemos que existe um temor por parte das pessoas. O Apocalipse é cólera e castigo para os opressores do Reino, para os perseguidores de ministério. O Apocalipse causa medo no coração daqueles que não sabem o que é jejum, não sabem o que é oração, nos anônimos da madrugada. Apocalipse causa medo para os criticadores de culto, criticadores de liderança, para os que colocam a mão no pão e no cálice indevidamente. Essas pessoas vão ler Apocalipse e ficam com medo da trombeta tocar; e é para ter medo mesmo!”, disparou a pregadora completando. “Mas para o simples, o humilde, àquele que sabe o que é jejum e oração, e que entende o sacrifício de Cristo no calvário, para este, o Apocalipse vai ser Boa Nova, vai ser revelação, vai ser descortinamento do trono. Só não gosta de falar sobre o Apocalipse quem não entende. Esse é o Apocalipse para a UMADESC nesta noite, que fala de vida, que fala de continuação, que fala de que Ele vai voltar. Não vai ter pranto, não vai ter dor, vai ter alegria, vai ter canção, vai ter morada e galardão para mim e para você”, disse ela.

Diandra Brandt encerrou a mensagem falando sobre a importância da preparação para o arrebatamento da igreja. “A Palavra Maranata é a canção da noiva de Cristo, ela é o louvor que a igreja do cordeiro entoa. Na grande tribulação haverá uma grande investida na salvação das nações, mas o Espírito e a igreja não estarão na terra. Naqueles dias, a Palavra será escassa, eles procurarão, mas não encontrarão. Os novos crentes da grande tribulação terão fome da Palavra. Mas hoje você tem a oportunidade de comer desse pão a vontade. Então aproveite para comer o pão, faça hoje valer a pena. Hoje você tem a liberdade de sentar na sua casa e ler a Bíblia. E enquanto você lê as linhas, o Espírito Santo vai lendo com você as entrelinhas. O levantar das suas mãos, o som do seu clamor tem sentido hoje. Depois que a trombeta tocar não vai precisar mais se santificar.  Não é amanhã, não é depois, é hoje!”, concluiu a jovem.